Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade

O Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS) foi fundado por iniciativa do economista André Urani, então Secretário Municipal do Trabalho do Rio de Janeiro, e um grupo de acadêmicos e formuladores de políticas públicas em 1999. A ideia surgiu da observação de que o nível de colaboração entre pesquisadores de diferentes instituições, formuladores de políticas públicas e outros atores sociais, comprometidos com o combate à pobreza e a diminuição da desigualdade, era pequena.

No mesmo ano, portanto, foi fundado o Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade e, em 2000, registrado como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) no Ministério da Justiça Federal.

O IETS é uma instituição privada, sem fins de lucro, destinada a pesquisar, propor e promover, estudos, soluções e discussões sobre desafios e estratégias de desenvolvimento equitativo para o Rio de Janeiro e o Brasil. Desde o início de seu funcionamento, o Instituto se dedica a produzir e disseminar conhecimento sobre temas sociais e econômicos e ao diagnóstico, avaliação e desenho de políticas públicas, sejam estatais ou privadas, para o enfrentamento da pobreza e da desigualdade, e para a melhoria da qualidade de vida da população.

Para atingir esses objetivos, o IETS trabalha em colaboração com diferentes setores da sociedade. Em suas atividades, desenvolve projetos de pesquisa e cooperação técnica com empresas privadas, associações corporativas, entidades governamentais, instituições acadêmicas e de pesquisa e organizações do terceiro setor, com foco privilegiado, mas não exclusivo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e no Brasil.

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Des survivants d'un glissement de terrain dans une école de fortune, le 15 novembre 2017, dans la région de Regent, dans la périphérie de Libreville, en Sierra Leone. Saidu Bah/AFP

L’éducation peut-elle être réellement égalitaire ?

Pourquoi tant d’enfants sont-ils toujours déscolarisés ? Et quels progrès ont déjà été accomplis ? Parité, exclusion et pauvreté sont au cœur des défis de l’éducation pour tous.
Survivor of the mudslide are seen attending school on November 15, 2017 at the Old Skool Camp, in the mountain town of Regent on the outskirts of Sierra Leone’s capital Freetown. Saidu Bah/AFP

Can education become truly egalitarian worldwide?

About 263 million children and youth worldwide are out of school. If some progress have been made, especially on school attendance, huge gaps remain on gender parity or equity in schooling choices.

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